domingo, 6 de março de 2016

Vitamina D um bem, não só para os ossos, mas para o coração






A vitamina D é muito importante para o nosso corpo.


Ela fortalece os dentes e os ossos, pois promove uma maior absorção de cálcio no sangue.

Também reduz o risco de certos tipos de câncer, como o de próstata, de mama e de cólon.

E ajuda a regenerar e a estimular o nosso sistema imunológico.

Devido ao fato dela influenciar a produção de hormônios no corpo, também pode melhorar determinadas condições de pele, como psoríase, vitiligo e esclerodermia, além de controlar o humor. 

Recentemente, algumas pesquisas estão considerando a vitamina D muito importantante para a prevenção de esclerose múltipla, doenças cardiovasculares, infecções bacterianas e ataques virais.

A principal fonte é o sol.Por isso, os banhos de sol, em horários adequados e sem exageros, devem fazer parte de uma vida saudável.

Em países que têm condições de luz solar baixa durante alguns meses do ano, o organismo é incapaz de obter a sua quota adequada de vitamina D através da síntese natural. 

Nesse período, suplementos de  D3 podem ajudar no tratamento da carência desta vitamina.

Um estudo feito em Nova York, mostrou que pessoas com baixo nível de vitamina D no sangue que usaram suplementos para normalizá-lo tiveram reduzido em mais de 50% o risco de morte, em comparação com aquelas que não fizeram a reposição. Este foi o resultado de um estudo feito  por pesquisadores da Universidade de Kansas.

O estudo constatou também que 70% dos adultos pesquisados tinham deficiência desta vitamina, e que este grupo tinha maior probabilidade de desenvolver doenças cardíacas. A falta da mesma quase dobrou a chance de uma pessoa morrer, enquanto a correção do problema reduziu em 60% este risco.
"Esperávamos constatar que havia uma relação entre doenças do coração e deficiência de vitamina D, mas ficamos surpresos ao descobrir quão forte ela é" ,disse James L. Vacek, professor de cardiologia da hospital da Universidade de Kansas 

A falta de vitamina D está relacionada a uma série de doenças, mas poucos estudos até agora haviam demonstrado que suplementos poderiam prevenir esses problemas.
Vacek e sua equipe analisaram os dados de 10.899 adultos cujos níveis de vitamina D haviam sido verificados no hospital da Universidade de Kansas, e perceberam que mais de 70% tinham menos do que 30 nanogramas por mililitro de sangue, o nível considerado suficiente para os especialistas.

Depois de avaliarem fatores como o histórico médico e os remédios utilizados por elas, os cardiologistas descobriram que as pessoas com baixos níveis de vitamina D têm duas vezes mais risco de desenvolver diabetes, 40% mais chance de ter pressão alta e 30% mais probabilidade de ter uma cardiomiopatia. Os pesquisadores fizeram publicar ainda no “American Journal of Cardiology” que os que têm menos vitamina D são três vezes mais propensos a morrer de qualquer causa.

A pesquisa, porém, não prova que a vitamina D é a causa dos efeitos observados.Outros fatores, como doenças, poderiam ser responsáveis tanto pelas diferenças no estado de saúde quanto nos níveis dessa vitamina de cada paciente.

Estudos anteriores já haviam mostrado que muitos americanos não têm vitamina D suficiente no organismo. A última pesquisa nacional sobre saúde e nutrição estimou que entre 25% e 57% dos adultos tinham baixos níveis, enquanto outros sugeriram que este índice fica acima de 70%. Para Vacek, o número é tão alto porque 90% desta vitamina são obtidos pela exposição ao sol e apenas 10%, por meio da comida.

Alguns alimentos, como óleo de peixe, ovos e produtos feitos com leite enriquecido também são boas fontes de vitamina D. Para absorvê-la a partir da luz solar, é preciso pelo menos 20 minutos de exposição por dia, diz Vacek.

No Norte dos Estados Unidos e em países como o Canadá, segundo especialistas, o sol não é forte o suficiente nos meses de inverno. Isso significa que os moradores desses lugares devem ter seus índices dessa vitamina, verificados por exames de sangue regularmente e tomar suplementos, se necessário.

Em geral, Vacek recomenda que os adultos tomem entre mil e duas mil unidades internacionais (UI) diariamente.
"Mas, se você não tem deficiência de vitamina D, não pense que ela é uma pílula mágica que o fará viver mais tempo",alerta Vacek . A reposição é indicada para quem tem falta de vitamina D. Se for o seu caso, dois meses depois de começar a tomar suplementos verifique se o nível desta vitamina no seu organismo aumentou.


Como saber se você está com deficiência de vitamina D?

Existem 12 sinais que são fortes indicativos dessa carência.


1. Fragilidade dos músculos e ossos


Se começar a sentir menos força, fraqueza nos dentes e ossos, você pode estar com deficit de vitamina D.

2. Angústia constante e depressão

Estudos têm mostrado que as mulheres com baixos níveis de vitamina D tendem a ficar deprimidas ou a enfrentar estados de profunda tristeza.

3. Sensibilidade corporal crônica

As pessoas que sofrem de dor crônica sem causa aparente podem estar com carência de vitaminsa D.

4. Queda da saúde bucal

A ocorrência frequente de gengivite, sangramento, acúmulo de placa e enfraquecimentos dos dentes pode indicar níveis baixos de vitamina D.

5. Aumento da pressão arterial

A vitamina ajuda a saúde do coração, estimulando a circulação sanguínea.

Quando há uma deficiência dela, a pressão arterial tende a aumentar.

6. Sonolência

Quando não tem níveis adequados de vitamina D, o corpo pode ter pouca energia, apresentando fadiga e sonolência.

7. Mudança de humor repentina

A vitamina D influencia na produção de serotonina.

A serotonina é um neurotransmissor encarregado de manter equilibrado nosso estado de ânimo.

8. Diminuição da resistência em atletas

Todas as alterações aqui citadas têm um impacto muito forte na vida dos atletas, que sentem uma perda intensa de sua disposição.

Isso ocorre porque a carência de vitamina D não só reduz os níveis de energia, mas também enfraquece os músculos.

9. Obesidade

Se você está com excesso de peso, você precisa de mais vitamina D.

Ocorre que esta vitamina é solúvel em gordura.

Ou seja, as células de gordura armazenam vitamina D.

Logo, quem está com quilos extras precisa de um reforço deste nutriente.

10. Doenças intestinais

Pesquisas mostraram que as pessoas que têm distúrbios intestinais, como doença de Crohn, colite, alergia ao glúten ou intestino irritável, têm níveis mais baixos de vitamina D.

11. Sudorese na cabeça

Um dos sintomas mais comuns de deficiência de vitamina D é a transpiração excessiva na cabeça.

12. Intensificação das alergias

Pessoas alérgicas têm o quadro agravado quando estão carentes de vitamina D. 



Na ocorrência de um ou mais deles de forma simultânea, fique atento:
Seu corpo pode estar carente de vitamina D.

Converse com seu médico e peça-lhe exames que comprovem este deficit.


Cuide-se bem!

Até a próxima.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Amor no coração




Final de um ciclo,
Início de outro.
Renovar os pensamentos.
Ficar mais próximo de quem amamos.
Cuidar bem...


Um 2016 de Paz,Saúde e 
Amor no coração!!

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Mordendo o Coração



A Endocardite Infecciosa (EI) é uma doença comum, que causa alto índice de mortalidade. Em torno de 20% dos doentes não sobrevivem.Trata-se de uma infecção da parede interna do coração ou das válvulas do coração e uma de suas causas é a má conservação dos dentes.
Ocorre quando há presença de microorganismos, como bactérias, no fluxo sanguíneo e estas encontram tecidos cardíacos danificados, ou válvulas cardíacas anormais, onde podem se multiplicar livremente, causando uma infecção.
O Incor, que é um centro de referência na doença, registra a cada mês dez a doze pacientes com endocardite. Cerca de 40% destes casos têm origem bucal e são descobertos tanto por infecções espontanêas, resultantes de dentes ou gengivas em mau estado, quanto pela manipulação de área infectada para tratamento odontológico.Nestes casos, o que provoca a doença é a bactéria Streptococcus viridans, que habita normalmente a boca, sem provocar qualquer dano. Mas, ao entrar na circulação, esta bactéria vai parar no coração e pode provocar a endocardite.
Raramente, também pode ocorrer em pessoas com coração normal. Entretanto, se a pessoa tem algum fator predisponente, há maior probabilidade de desenvolver E.I. Isto é particularmente importante no Brasil em função da alta frequência de outra doença, a Febre Reumática. Também ocorre devido à alta incidência de cáries nos dentes e de doença periodontal (gengivite e periodontite).
Portadores de doenças ou lesões de válvula cardíaca e cardiopatias congênitas devem ter a máxima atenção com a saúde bucal. E havendo necessidade de algum tipo de manipulação dentária, deve identificar-se ao dentista como portador de tais doenças e levar declaração do cardiologista de que precisa tomar um antibiótico preventivo, antes de qualquer intervenção.
A Febre Reumática surge a partir de uma infecção na garganta mal tratada, na infância. Acomete as válvulas do coração, principalmente as do lado esquerdo, deixando-as propícias ao desenvolvimento da EI. Daí a necessidade do uso de antibiótico profilático em pacientes com febre reumática.
Outro fator que aumenta as chances de desenvolver a doença é a presença de cáries. Sabe-se que os procedimentos para tratamento da cárie podem causar a passagem das bactérias para a corrente sanguínea. Estas bactérias, por sua vez, podem causar endocardite em pessoas predispostas. Algumas doenças periodontais, como gengivite e periodontite, também aumentam o risco de E.I. A gengiva deve ter coloração rósea claro, não sangrar quando escovar os dentes, não apresentar inchaço e ter boa aderência aos dentes. Se a pessoa tem algum problema cardíaco deve procurar um dentista regularmente e apresentar boa higiene oral.
Nem todos os tipos de endocardite podem ser prevenidas. Porém, se a pessoa tem problema no coração e vai ser submetida a um procedimento dentário,é bom procurar um profissional especializado em atender pacientes especiais. Se a pessoa tem problema cardíaco, como alteração causada pela febre reumática, precisa manter a saúde bucal, pois o risco de desenvolver E.I.,é alto.
Pessoas transplantadas cardíacas precisam manter a saúde bucal e precisam do atendimento de um cirurgião-dentista especializado, um profissional que entenda a interação dos medicamentos consumidos e ainda conheça a prevenção de problemas que podem ocorrer, pois os medicamentos ingeridos por um transplantado abaixam a imunidade.
Pacientes que fazem uso de anticoagulantes podem ter problemas com sangramento, em alguns procedimentos dentários, como extração de dentes, cirurgias bucais e limpeza dentária, e pode ser de difícil controle. Por isso, o paciente em uso desse medicamento deve procurar atendimento odontológico especial, pois medidas locais devem ser adotadas para evitar hemorragias.
Pessoas sem dentes correm o risco de ter E.I, principalmente, a causada por fungos em quem usa dentadura, na qual deve ser feita a limpeza após as refeições. O dentista deve ser procurado para avaliar as mucosas e os ossos adjacentes, através de radiografia.E pode descobrir, através da desta, raízes de dentes que permanecem nos ossos, após a tentativa de extração, ou mesmo pelo próprio curso da cárie, assim como algumas lesões que podem representar focos infecciosos, levando a um maior risco de Endocardite e podendo até impedir a cirurgia cardíaca, caso essa seja necessária.

Na correria do dia a dia,é muito comum esquecermos de fazer a higiene bucal.
Vamos tentar lembrar.
Cuide bem dos seus dentes,
Seu coração agradece!

Dra.Márcia Cristina
Fonte: SOCESP / INCOR

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Dia Mundial do Coração

                                

                     


29/09/15

Cuide do seu coração


Fonte: SBC -Sociedade Brasileira de Cardiologia







segunda-feira, 15 de junho de 2015

Homenagem à Fernando Brant




Charge_Duke







"Ponta de areia ponto final
Da Bahia-Minas estrada natural
Que ligava Minas ao porto ao mar
Caminho de ferro mandaram arrancar
Velho maquinista com seu boné
Lembra do povo alegre que vinha cortejar
Maria fumaça não canta mais
Para moças flores janelas e quintais
Na praça vazia um grito um oi
Casas esquecidas viúvas nos portais"


(Ponta de Areia -Milton Nascimento e Fernando Brant)



"Nossa poesia cantada, 
 os versos mais belos 
 das canções de Milton Nascimento.
 A orfandade de uma geração genial
 é inevitável quando a poesia se cala, 
 quando silenciam-se a letra...a melodia. 
 Grandes poetas 
quando morrem viram Lua."

 (Por Antonio Siqueira)

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Prolapso da Válvula Mitral (PVM)





É o termo usado,quando a válvula não se fecha apropriadamente.
Isso pode ser causado por vários fatores diferentes. 
Na maioria dos casos é inofensivo, e os pacientes geralmente não sabem que têm o problema.
Em torno de 10% da população têm alguma forma menor,insignificante de prolapso da válvula mitral, mas isso normalmente não afeta seu estilo de vida.



A vávula mitral normal compõe-se em dois finos folhetos localizados entre o atrio esquerdo e o ventrículo esquerdo. Estes folhetos, em formato de para-ligam-se à parede interna do ventrículo esquerdo por uma série de feixes tendinosos, chamados de cordoalhas. 
Quando o ventrículo se contrai, os folhetos da válvula mitral se ajustam perfeitamente, prevenindo o refluxo de sangue do ventrículo esquerdo para o átrio esquerdo. 
Quando os ventrículos se relaxam as válvulas as valvas se abrem permitindo que o sangue oxigenado dos pulmões encha o ventrículo esquerdo. Nos pacientes com Prolapso da Válvula Mitral o aparelho mitral (valvas e cordoalhas) é acometido por um processo chamado degeneração mixomatosa, onde a estrutura proteica do colágeno, o tecido que compõe as valvas, leva ao espessamento, alargamento e redundância dos folhetos e cordoalhas. 
Quando o ventrículo se contrai, os folhetos redundantes projetam-se (prolapsam) para o atrio esquerdo, chegando às vezes a permitir a regurgitação do sangue para dentro do átrio esquerdo. 
Quando importante, a regurgitação mitral pode levar a insuficiência cardíaca e a anormalidades do rítmo do coração. 


Resumindo: A válvula mitral ajuda o sangue no lado esquerdo do coração a fluir em uma única direção. Ela se fecha para evitar que o sangue retorne para a câmara superior quando o coração bate (contrai).




Muitos pacientes com Prolapso da Válvula Mitral não têm sintomas nem necessitam de tratamento. 
Pode estar associado com fadiga e palpitações. 
Pode frequentemente ser detectado pelo médico durante o exame do coração. 
E ser confirmado com o ecocardiograma. 
Os pacientes com prolapso da válvula mitral, geralmente recebem antibióticos antes de algum procedimento que possam introduzir bactérias na corrente sanguínea, incluindo trabalhos dentários e cirurgias. 
Muitos pacientes são totalmente assintomáticos,enquanto outros podem apresentar inúmeros sintomas como os descritos abaixo. 
A síndrome do Prolapso da Válvula Mitral tem uma forte tendência hereditária, embora a causa exata seja desconhecida. 

O prolapso da válvula mitral pode se desenvolver em qualquer pessoa e em qualquer idade.

Sintomas graves de prolapso da válvula mitral tendem a ocorrer com mais frequência em homens com mais de 50 anos.

Pessoas com histórico familiar de prolapso da válvula mitral também estão sujeitas a um risco maior de contrair a doença.
Os membros da família afetados frequentemente são altos, magros, com grandes dedos e coluna reta. São frequentemente acometidas mulheres entre vinte e quarenta anos, mas também os homens . 


Ela também pode estar relacionada a outras doenças, como:

-Síndrome de Marfan
-Síndrome de Ehlers-Danlos
-Anomalia de Ebstein
-Distrofia muscular
-Doença de Graves
-Escoliose
-Doença renal policística
-Osteogênese imperfeita.


Muitos pacientes com PVM de nada se queixam, mas dentre as queixas mais comuns está ,principalmente a fadiga. Talvez como resultado de um desequilíbrio do sistema nervoso autônomo. O sistema nervoso autônomo controla a freqüência cardíaca e a respiração, de onde um desequilibrio poderia causar inadequeda 
oxigenação sangüínea durante exercício e, consequentemente, fadiga e palpitações. 
Em muitos pacientes com PVM a palpitação é o sintoma mais expressivo.Nestes pacientes existe um potencial para o aparecimento de sérias anormalidades do ritmo cardíaco, requerendo adequada avaliação e a instituição de tratamento apropriado. 
A dor aguda ou pontadas no peito prolongadas,são frequentes .
A dor no peito, raramente ocorre após o exercício,e pode não responder à medicamentos.
Ansiedade, ataque de pânico e depressão estão associados. 
Como a fadiga, estes sintomas talvez estejam relacionados ao desequilíbrio do sistema nervoso autônomo. 
O PVM pode estar associado ao derrame cerebral em pacientes jovens, nos quais pode ser observada uma tendência aumentada a coagulação sangüínea secundária a adesividade anormal dos elementos da coagulação,chamadas plaquetas. 
A infecção valvular, chamada de endocardite, é uma complicação rara, porém mais séria do PVM, requerendo internação e tratamento intenso com antibióticos e até mesmo, cirurgia.

É necessário salientar, entretanto, que a imensa maioria dos pacientes com PVM, evolui sem qualquer problema e sem necessitar nenhum tipo de restrição nos hábitos de vida. E, mais ainda, é muito frequente encontrar-se, durante um ecocardiograma, um prolapso da valva sem sinais de degeneração mixomatosa, condição benigna que só necessita de algum tipo de cuidado especial quando associada a regurgitação mitral.


Através do uso de um estetoscópio pode se detectar à ausculta cardíaca um estalido ("click") característico. 

Existe uma associação entre o escape ou regurgitação de sangue através da válvula mitral e um ruído ou sopro que pode ser escutado após o som do click. 
A ecocardiografia (imagem ultrassônica do coração) é bastante usado, podendo medir a intensidade do PVM e graduar a regurgitação mitral. 

Um holter de 24h permite estudar a atividade elétrica do coração durante período convencional de 24 horas. Um eletrocardiograma será gravado, em aparelho especial que o paciente transportará acoplado na cintura e conectado com eletrodos no peito, durante 24 horas de atividades habituais. Posteriormente, os "batimentos 
cardíacos" gravados serão analisados em um computador, para estabelecer o ritmo e os distúrbios do ritmo do coração, frente às atividades de vigília (acordado) e durante o sono.
Além disso, pode-se avaliar e comparar os sintomas que porventura estejam presentes durante a gravação, juntamente com o aspecto morfológico do eletrocardiograma,achado de arritmias ou "isquemia".

O teste de esforço em esteira ou bicicleta permite registrar anormalidades do ritmo cardíaco ou isquemia (diminuição da irrigação sanguínea) durante o exercício e ajuda o médico a decidir qual o nível de exercício satisfatório para o paciente. 

A vasta maioria dos pacientes com PVM tem excelente prognóstico e não necessita de tratamento, bastando apenas a execução anual dos exames de rotina, incluindo o ecocardiograma. 

Se o paciente tiver prolapso importante da válvula mitral, é necessário acompanhamento médico frequente e 

em alguns casos, talvez seja necessário permanecer no hospital em observação. Poderá ser necessária uma cirurgia para reparar ou substituir a válvula se o paciente apresentar regurgitação mitral grave ou se os sintomas piorarem. 

Pacientes com PVM e regurgitação mitral ou mesmo sem regurgitação, mas com evidência de degeneração mixomatosa ao ecocardiograma, usualmente devem tomar antibióticos antes de qualquer procedimento capaz de levar à introdução de bactérias na corrente sanguinea.



Procure o seu médico.
Faça uma avaliação,
Pelo menos uma vez ao ano.

Cuide bem do seu coração.

Até a próxima!


Fontes e referências

Sociedade de Cardiologia do Rio de Janeiro
Sociedade Brasileira de Cardiologia
Instituto de Cardiologia do Rio de Janeiro
Hospital Israelita Albert Einstein

sábado, 10 de janeiro de 2015

Gangorra da emoção


No filme da vida,a Gangorra da emoção
 Arte:Márcia Cristina

(Part.I)

O coração pode sofrer  influências  diversas.
A tireóide,por exemplo,como já foi descrita em postagem  anterior,é uma delas.E a explicação daria um livro.
Mas, estou aqui para focar o coração e tudo que faça bem.
Então, vamos direto ao que interessa!
Você já fez um exame para saber como está  funcionando o seu organismo?Não?
Às  vezes,achamos que tudo está bem,mas podemos nos enganar.
Se você anda nervoso (a), se seus cabelos estão caindo além do normal, está tendo insônia,o peso se alterando sem relação direta com a quantidade  de alimento que você ingere.Procure uma avaliação médica. Uma situação simples,a princípio,pode se tornar complicada se perdermos o tempo certo para avaliar e se preciso for, tratar.
O humor , na maioria dos casos,está alterado.Uns, iniciam com agitação,nervosismo que podem levar à insônia (como citado acima).
Há casos, em que não sendo feita uma avaliação de início,o quadro pode evoluir de um simples desânimo,para um estado de tristeza.Este, nem sempre observado como “problema”,não se dando a real importância,prefere-se relacionar a  quaisquer outro fator(trabalho,dinheiro,etc).
E o relógio da vida,não tem pausa!
Quando enxergamos,já está estabelecido aí,uma depressão.
O que fazer?
Como dizem: ”Para tudo na  vida,tem-se um remédio,menos para a morte”.
Então,nesse caso,o melhor a fazer é procurar ajuda médica.O que poderia ter sido feito antes,não é mesmo?Mas,nunca é tarde!
Avaliações serão feitas.
O uso de medicação,poderá se tornar necessário,de início,até a melhora gradual.
O acompanhamento clínico especializado,é muito importante.
Mas, o mais importante,é o AMOR.
Se você tem alguém ao seu lado:Cônjuge,familiares,amigos,colegas,enfim...
Pessoas que tenham sensibilidade e estejam reparando a sua mudança.Esses,são os que darão os primeiros socorros.
Um ombro,sempre ajuda.Um abraço,é um remédio maravilhoso.Até um “puxão de orelha”,é válido ,quando é feito com o intuito de ajudar ao outro,fazê-lo acordar para a VIDA.
Tudo o que faz bem, o coração agradece!
Seja firme e não desista!
Altos e baixos,virão!
Mas ,você é forte e vencedor(a).
E nunca estará sozinho(a)!
Volto a dizer: “Para tudo na  vida,tem-se um remédio”
E  o  AMOR, é o melhor deles.

Cuide-se bem!Combinado?

Até a próxima!
Com o sorriso nos lábios, para o mundo sorrir conosco.

Beijo no coração.

Márcia Cristina